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Onboarding sonífero: o motivo silencioso do seu turnover nos primeiros 90 dias

  • Foto do escritor: Afonso Wurzius
    Afonso Wurzius
  • 8 de jul.
  • 2 min de leitura

Toda empresa tem um onboarding. Poucas têm um onboarding que funciona.

A receita de sempre é conhecida: um PDF institucional, um tour pela sede, uma trilha de e-learning e um "qualquer coisa, me chama no Slack."


Fala a verdade? Ninguém aprende cultura lendo PDF.

Ninguém constrói pertencimento assistindo vídeo institucional.

E ninguém se conecta com um time decorando nome de departamento em slide.


O problema é que isso não é só uma experiência ruim. É dinheiro saindo pela porta.


Onboarding

A Harvard Business Review mostra que até 20% das saídas voluntárias acontecem nos primeiros 45 dias de trabalho, e quase 1 em cada 3 novos colaboradores deixa a empresa antes de completar 90 dias. No Brasil, a Catho identificou que 1 em cada 4 demissões no primeiro trimestre acontece por causa de uma má experiência de integração.


E o Brasil não tem fôlego para esse erro: somos o país com a maior rotatividade do mundo. 56% dos profissionais com carteira assinada trocaram de emprego no último ano. E repor cada um desses profissionais custa entre 50% e 200% do salário anual deles.


Façam as contas. Pensa bem…


Cada onboarding que falha não é só uma experiência ruim de boas-vindas. É um ciclo inteiro de recrutamento, seleção e treinamento jogado fora. Só pra começar tudo de novo, dois ou três meses depois. E de novo. E de novo. 


O problema nunca foi falta de conteúdo. As empresas têm manual de cultura, trilha de capacitação, vídeo institucional bem produzido.


O problema é que ninguém vive isso. Só lê. Só assiste. Só escuta.


E aprendizado que não é vivido, não fica.


No Gamificou, a gente parou de tratar onboarding como apresentação e começou a tratar como experiência.


Em vez de slide, treinamento vivencial. Em vez de leitura passiva, decisão em equipe. Em vez de "esse é um dos nossos valores", uma situação real onde esse valor precisa aparecer, com as pessoas que ele vai trabalhar todos os dias.


O resultado não é só uma integração mais divertida. É pertencimento que se constrói mais rápido e retenção que se sustenta depois do primeiro mês.


Se o seu onboarding ainda é uma sequência de slides, talvez a pergunta não seja "como melhorar o conteúdo" ou “como deixar mais bonitinho”


Talvez seja: as pessoas estão vivendo e sentindo isso, ou só assistindo?


Personalize seu onboarding com o Gamificou Team Building 

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